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  • Creio na liberdade, esse vínculo entre o homem e a eternidade, essa condição indispensável para situar o ser à imagem e semelhança de seu criador.
  • Fazer política é uma coisa muito simples, apesar de muitos pensarem o contrário. Para mim, política é cultivar os valores da verdade, da liberdade, da honestidade e do caráter.
  • Não me venham falar em adversidade. A vida me ensinou que, diante dela, só há três atitudes possíveis: enfrentar, combater e vencer.

Escola de Acervos e Preservação Histórica

Sendo o futuro uma projeção, a memória é o único elemento que respalda a experiência de duração da existência humana. Na intenção de tentar suportar a caótica experiência de ser, a humanidade se assenta sob as projeções de um futuro presumido e os resquícios de passado perdido. Assim, de forma individual ou no trato societário, os seres humanos cada vez mais se agarram ao que não é movediço, ao passado.

As narrativas, de qualquer cunho, se calçam de memórias para andar pela consciência dos homens a fim de distinguirem-se como indivíduos ou coletivos que impactam a existência conforme os valores gestados nessas narrativas. A memória tem papel basilar, e cada vez mais valorizado, nesse processo. Proceder com sua salvaguarda é seminal para que nenhum ambiente de relação, íntima ou social, se torne terra arrasada sem possibilidade de ressignificações e criação de cultura.

Sejam peças únicas de civilizações milenares, sejam conhecimentos que são constantemente reimpressos para gerações atuais, a relação com o passado dá-se pela fruição de objetos e relatos impressos em qualquer suporte sobreviventes do tempo. As gerações contemporâneas só podem experimentar o passado, socialmente construído, de forma indireta através de todas as instituições que promovem a guarda dessa memória.

Sendo assim, capacitar e ponderar sobre os assuntos concernentes a área, num cenário como o nosso de escassa oferta de oportunidades para o aperfeiçoamento e discussão de técnicas e casos, é de suma importância.

Com essa reflexão aliada à experiência de dois anos em que o Centro de Memória Mario Covas ministra oficinas que discutem a formação constitutiva e as especificidades dos trabalhos corriqueiros das instituições classificadas como centros de memória, institui-se a Escola de Acervos e Preservação Histórica.

Nesse espaço teremos o transito de interessados em discutir as implicações da guarda de acervo históricos e memorialísticos em suas mais variadas vertentes, bem como formas, técnicas e propostas para a prática da preservação desses valores históricos. Para tanto contaremos com a participação de convidados que trarão discussões concernentes à temática de nossa escola aliando formação e discussão acadêmica e experiências vividas no mercado de trabalho. De tal sorte que abrimos nossas portas de modo a aliar nossa riqueza documental para que nossos docentes e convidados possam articular suas reflexões se utilizando dessa base de documentação primária e dos recursos de nosso espaço.

Para todas as atividades serão emitidos certificados de conclusão, mediante presença mínima. As inscrições estão abertas para as atividades anunciadas no calendário abaixo.


Cursos de segundo semestre

06 e 07 de agosto - Oficina Acervos em Centros de Memória: organização e preservação. Ministrado por Tiago Navarro

27 de agosto - Do Singular ao Plural: Reflexões sobre Arquivos Pessoais e Institucionais. Ministrado por Elisa Ril

24 de setembro - O papel da produção documental na construção do conhecimento. Ministrado por Luana Reis

26 de novembro - Arqueologia e sala de aula: relato de uma simulação arqueológica como proposta de aprendizagem. Ministrado por Gustavo Molina Turra

Inscrições, custos e valores promocionais: Clique aqui.

Formação, currículos e demais informações dos professores: Clique aqui.

Não perca tempo, as vagas são limitadas.